LogoUT
  • Inscrições abertas para processo seletivo do ensino técnico

    Inscrições abertas para processo seletivo do ensino técnico

    CEFET-MG oferta 2.364 vagas em todos os campi; candidatos podem se inscrever de 13 de agosto a 14 de outubro

    A Comissão Permanente de Vestibular do CEFET-MG (Copeve) divulgou, nesta segunda-feira (6), o edital do processo seletivo para o Ensino Técnico 2019. As inscrições estarão abertas, pela internet, entre os dias 13 de agosto e 14 de outubro.

    Serão ofertadas 2.364 vagas para os cursos da Educação Profissional Técnica de Nível Médio em todos os campi do CEFET-MG, nas modalidades integrada (para candidatos que concluíram o Ensino Fundamental), concomitância externa (candidatos que estão regularmente matriculados na segunda ou terceira série do Ensino Médio em outra instituição) e subsequente (candidatos que concluíram o Ensino Médio).

    O processo seletivo conta com vagas reservadas para estudantes de escolas públicas, pessoas com renda familiar igual ou inferior a 1,5 salário-mínimo per capita, negros (pretos ou pardos), indígenas e pessoas com deficiência

    A prova será realizada no dia 2 de dezembro.

    Taxa de inscrição

    Para se inscrever no processo seletivo, os candidatos devem pagar uma taxa de R$ 80. Pessoas que, em função de sua condição socioeconômica, não possam arcar com o pagamento da taxa de inscrição podem solicitar sua isenção. Neste caso, o candidato deve se inscrever para o Programa de Isenção, entre os dias 13 e 26 de agosto.

    Livro

    Candidatos aos cursos na modalidade integrada serão cobrados, na prova de Língua Portuguesa e Literatura Brasileira, questões sobre a obra “Opisanie Swiata", de Verônica Stigger.

    Processo Seletivo Ensino Técnico 2019


    Inscrições: 13 de agosto a 14 de outubro
    Solicitação da isenção da taxa de inscrição: 13 a 26 de agosto
    Prova: 2 de dezembro
    Resultado preliminar: 10 de dezembro

    Confira o edital.

     

    Secretaria de Comunicação Social / CEFET-MG
     

  • Publicados documentos para eleição nas diretorias de campi e nas Congregações

    Publicados documentos para eleição nas diretorias de campi e nas Congregações

    Portarias, cronogramas e resoluções sobre os candidatos já estão disponíveis

    Foram publicadas no dia 20 de setembro a portaria que deflagra o processo eleitoral para escolha dos diretores das Unidades do CEFET-MG e a portaria que regulamenta a eleição de representantes para as Congregações.

    De acordo com a Portaria DIR-966 está aberto o período para escolha dos representantes à direção das Unidades, processo que será conduzido pelas Comissões Eleitorais Locais. O cronograma eleitoral prevê que as inscrições dos candidatos devem acontecer nos dias 1º e 2 de outubro, a homologações das inscrições até 4 de outubro e a eleição no dia 23 de outubro, das 9h às 19h.

    Já a Portaria DIR-967 aprova o edital para eleição das Congregações dos campi. O cronograma estabelece que a eleição para os representantes de Departamentos e Coordenações de Área acontecerá de 24 a 30 de outubro e dos técnico- administrativos, em 30 de outubro.


    Regulamentação das eleições

    “As regras são idênticas às aprovadas nas últimas eleições, o que é importante para a previsibilidade e denota maturidade dos processos eleitorais do CEFET-MG”, destaca o diretor geral, professor Flávio Santos.

    As resoluções CD-122/2010 e CD-024/2011 estabelecem, respectivamente, as normas para condução dos processos eleitorais nos campi do interior e da capital. Segundo os documentos, a votação para escolha dos Diretores das Unidades será secreta e uninominal, sendo 2/3 dos votos para manifestações de servidores e 1/3 para manifestação dos alunos.

    Podem votar todos os docentes e técnicos-administrativos do quadro permanente do CEFET-MG, lotados em efetivo exercício na sua Unidade na data da eleição e todos os discentes, de todos os níveis da educação, incluindo os do Programa Especial de Formação Pedagógica para Docentes e alunos em exercício orientado da profissão.

    Os candidatos à direção devem fazer parte do corpo docente lotados e em efetivo exercício na Unidade há, pelo menos, três anos na data da publicação da portaria que deflagra o processo eleitoral. O mandato da direção da Unidade é de dois anos.

    A Resolução CD 022/2017 unifica os mandatos dos integrantes dos órgãos colegiados com o intuito de aprimorar a gestão e mantê-los em pleno funcionamento. O chefe de gabinete, professor Henrique Borges, explica que essas medidas proporcionam maior regularidade no funcionamento dos órgãos colegiados da Instituição, além de possibilitar que os eleitos possam se capacitar para o exercício de suas funções, o que ocorrerá a partir de 1º de fevereiro de 2019.
     

    Saiba mais

    Portaria DIR-966/18, de 20 de setembro de 2018

    Portaria DIR-967/18, de 20 de setembro de 2018

    CD 122/10, de 17 de setembro de 2010

    CD 024/11, de 15 de março de 2011
     

    Secretaria de Comunicação Social / CEFET-MG

  • Precisamos falar sobre o suicídio!

    Precisamos falar sobre o suicídio!

    Em ação do setembro amarelo, CEFET-MG dialoga com psiquiatra sobre causas e prevenção da prática de suicídio, que faz uma vítima a cada 40 segundos no mundo

     

    Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), no Brasil, são registrados, anualmente, 12 mil casos de suicídio. No mundo, são mais de 800 mil ocorrências, isto é, uma morte a cada 40 segundos. Dados preocupantes como esses fomentaram a criação da campanha “Setembro Amarelo”.

    Essa proposta surgiu em 2014 no Brasil, através de uma iniciativa trazida da Associação Internacional para Prevenção do Suicídio (Iasp) pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), pelo Centro de Valorização da Vida (CVV) e pelo Conselho Federal de Medicina (CFM).
    Para reforçar a campanha e orientar a população, convidamos o psiquiatra do CEFET-MG, Gustavo Coutinho de Faria, para falar sobre suicídio e alternativas para lidar com esse problema de saúde pública.
     

    CEFET-MG: Transtornos psiquiátricos não diagnosticados ou sem tratamento adequado são os principais fatores de risco para o suicídio, segundo a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP). Quais são os sinais e sintomas de alerta que precisam ser observados por quem pensa em cometer suicídio e por pessoas próximas a ela?
    Psiquiatra: A principal barreira em se reconhecer uma pessoa com risco de suicídio é o medo de perguntar sobre isso. Muitas pessoas deprimidas se esforçam para parecer estar bem, pois sentem vergonha ou não querem incomodar os familiares e amigos. O preconceito também atrapalha muito: várias pessoas acreditam, por exemplo, que perguntar sobre pensamentos suicidas poderia induzir tais ideias em quem não estaria pensando a respeito. Outros ainda acreditam que suicídio é uma fraqueza, covardia, uma forma de chamar atenção ou que quem quer morrer “de verdade” não será despersuadido. Tudo isso contribui para a dificuldade em buscar ajuda e para aumentar os sentimentos de desamparo e falta de esperança. Estão em maior risco as pessoas com planos suicidas concretos, aquelas com sentimentos de profunda desesperança, com delírios de culpa ou ruína, com alucinações auditivas de vozes de comando para cometer suicídio, que já realizaram tentativas prévias de suicídio, que são muito impulsivas ou que fazem abuso de substâncias.
     

    CEFET-MG: Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o suicídio é a principal causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos. Quais são as possíveis causas desse índice?
    Psiquiatra: O suicídio é um fenômeno complexo e, por isso, existem muitas razões para o aumento do risco entre os jovens. Esta idade é marcada por profundas transformações biológicas características e ocorre um significativo aumento da impulsividade. Os transtornos mentais, como a depressão, costumam se iniciar nesta faixa etária e também contribuem para este aumento do risco. Além disso, trata-se de um período crítico do desenvolvimento, no qual o jovem começa a assumir papeis e responsabilidades adultas. Geralmente, são nesses anos que ocorre o primeiro emprego, a saída da casa dos pais, os desafios da universidade, o primeiro contato com álcool e outras drogas, exposição à violência urbana e conflitos de relacionamento. Importante salientar, ainda, que a crise política e econômica que estamos enfrentando afeta, sobretudo, os jovens, que precisam lidar com a falta de perspectivas oriunda do desemprego, dos conflitos ideológicos, da insuficiência familiar e do declínio das figuras de autoridade.
     

    CEFET-MG: Ainda de acordo com dados da OMS, 90% dos casos de suicídio poderiam ser prevenidos. Como é possível começar esse trabalho de prevenção?
    Psiquiatra: A base da prevenção consiste em reduzir os fatores de risco modificáveis e fortalecer os fatores de prevenção. Discutir sobre suicídio nas escolas, família, redes sociais, ajuda a quebrar preconceitos e estimular que pessoas em sofrimento busquem ajuda e voltem a sentir esperança. O tratamento adequado dos transtornos mentais é capaz de reduzir significativamente o risco, pois é muito raro que alguém cometa suicídio sem que apresente um transtorno. Precisamos de políticas públicas que facilitem o acesso ao tratamento e que previnam o abuso de álcool e drogas, um dos grandes gatilhos modificáveis do suicídio. Por outro lado, os principais fatores de proteção a serem estimulados são os laços sociais. Assim, uma forte vinculação e participação na família e comunidade, incluindo igreja, escola, trabalho e esportes pesam para a vida na mente de uma pessoa ambivalente com pensamentos de morte.
     

    CEFET-MG: Profissionais e pesquisadores têm dificuldade em encontrar dados e estatísticas sobre o assunto, que ainda é considerado um tabu socialmente. Como é possível falar sobre o suicídio sem incentivar a prática?
    Psiquiatra: O medo de que falar sobre suicídio pode incentivar a prática é bastante superestimado e certamente vivemos o problema oposto, de que o assunto, sendo tabu, dificulta a procura de ajuda e a prevenção. Devemos ter cuidado para não expor as pessoas que tentaram ou cometeram suicídio, pois além de constranger o indivíduo e familiares sobreviventes, pode produzir o chamado efeito Werther, no qual, após a ampla divulgação de um caso de suicídio na mídia, pessoas susceptíveis ou sugestionáveis podem copiar o comportamento. Falar sobre suicídio de uma forma produtiva inclui quebrar preconceitos, desenvolver uma consciência de apoio mútuo e orientar que os pensamentos suicidas são passageiros e geralmente parte de um transtorno mental que possui tratamentos seguros e eficazes.
     

    CEFET-MG: Para as pessoas que pensam ou já tentaram tirar a própria vida, onde e como elas podem obter ajuda? E no CEFET-MG, quais as formas de apoio à disposição dos alunos e servidores?
    Psiquiatra: Nesses casos, é muito importante que essas pessoas tenham acesso a um profissional de saúde mental o mais rápido possível. Em Belo Horizonte, o acolhimento do SUS é realizado nos centros de saúde, nos CERSAMs e nos hospitais Galba Veloso e Instituto Raul Soares. No interior, existem também os CAPS, NAPS e equipes de saúde mental. Recentemente, ainda passamos a contar com um “Disque Prevenção ao Suicídio”, através do acolhimento gratuito por telefone, realizado pelo Centro de Valorização da Vida, através do número 188. No CEFET-MG, a Coordenação de Políticas Estudantis está presente nas diferentes Unidades e está aberta para acolhimento dos estudantes, contando com equipe multidisciplinar. Já os servidores podem procurar a equipe do SIASS e da Coordenação Geral de Políticas de Saúde no Trabalho, da qual eu faço parte, para terem o melhor direcionamento. Em quatro anos que sou psiquiatra desta Instituição, tive a oportunidade de acolher muitos estudantes e servidores e continuo à disposição para contribuir para um ambiente com mais saúde mental.

     

    Secretaria de Comunicação Social/CEFET-MG



Lorem ipsum dolor sit amet, consectetuer adipiscing elit. Nam cursus. Morbi ut mi. Nullam enim leo, egestas id, condimentum at, laoreet mattis, massa.

Enquete

Durante sua formação escolar, quais atividades, além do ensino propriamente, você prioriza:

Habilite Cookies no seu navegador!
  •  atividades de pesquisa, como feiras, congressos, grupos de pesquisa etc.
  •  atividades extensionistas que proporcionem contato direto com a comunidade.
  •  atividades culturais e/ou extracurriculares.
  •  atividades profissionais e de estágio.
  •  somente o estudo; procuro não me envolver em outras atividades.

Favor escolher uma resposta

Voto efetuado com sucesso

Favor escolher uma resposta